6 de jul. de 2012

Mulheres muito magras têm mais dificuldade para ter filhos, inclusive se fizer fertilização in vitro

Novo estudo reforça a importância de ter um peso adequado para o sucesso da gravidez. Veja o que dizem os especialistas e a importância da alimentação saudável para a sua fertilidade.

Mais um estudo reforça o quanto é fundamental estar no peso certo ao engravidar. Após analisar cerca de 2.500 seções de fertilização in vitro (FIV), durante oito anos, o especialista em fertilidade Richard Sherbahn, da Advanced Fertility Center of Chicago, constatou que mulheres com índice de massa corpórea (IMC) muito baixo têm dificuldades para ter filhos também quando passam por um procedimento de FIV. 
Para chegar a esse resultado, elas foram divididas em três grupos de acordo com o peso – muito magra, normal e obesa. 

O resultado do estudo mostrou que daquelas com IMC normal, 50% tiveram bebês, do grupo das obesas, 45%, e das muito magras (IMC entre 14 e 18), 34%. 

Já é sabido que a fertilidadede mulheres muito magras (entram aqui as anoréxicas e bulímicas) é prejudicada, porque a gordura baixa faz com que elas tenham sérios problemas na produção de hormônios, o que faz com que não ovulem ou tenham baixa qualidade de ovulação. Agora, essa pesquisa reforça que a dificuldade para ter um bebê também acontece mesmo que elas façam uma fertilizaçãoin vitro. “Quandos essas mulheres procuram especialistas, seja para FIV ou indução de ovulação, sempre têm uma resposta pior ao tratamento do que a paciente-padrão”, afirma Emerson Barchi Cordts, ginecologista e especialista em reprodução humana do Hospital São Luiz (SP). 

Uma das hipóteses do estudo sugere que, ao transferir os embriões para o útero de uma mulher muito magra, eles teriam mais dificuldade para se fixar por conta de ela ser desnutrida. Para Edson Borges Jr., especialista em reprodução humana e diretor científico do Fertility – Centro de Fertilização Assistida, o problema maior estaria naqualidade do embrião, que faz com que a gestação não evolua. Além disso, diz Emerson, essa paciente precisaria de um suporte hormonal muito maior após o procedimento para segurar a gravidez. 

Se você faz parte do grupo das que estão abaixo ou acima do peso, aposte nareeducação alimentar (o que também vale para quem não sofre com esses problemas). Esse tema, aliás, foi bastante discutido no Congresso Americano de Reprodução Humana, que aconteceu na semana passada, reforçando o quanto a alimentação melhora os resultados espontâneos de gravidez. “Fizemos também um trabalho em 2010 que nos mostrou que comer menos pão branco, mais frutas, praticar exercícios físicos e consumir menos refrigerantes, em especial os à base de cola, aumentam as chances de a mulher engravidar em uma FIV”, conta Edson.
OK! A gente sabe bem que comer de forma saudável não é assim tão simples, ainda mais para quem trabalha fora, mas é preciso colocar isso como uma meta em sua vida: “Faça um bom café da manhã, como refeição principal em casa, e um almoço e jantar mais leves, sempre comendo uma fruta ou uma vitamina entre as refeições, para não ficar muito tempo com o estômago vazio”, diz Emerson. Que tal começar hoje mesmo?
via crescer

5 de jul. de 2012

Grávida não deve passar longos períodos em pé, pois pode afetar o crescimento do feto.

Recomendação já é antiga, mas novo estudo aponta mais um motivo para segui-la.


Ficar em pé durante longos períodos e fazer esforço por muitas horas seguidas na gravidez pode afetar o crescimento do feto, apontou um estudo publicado este mês no site Occupational and Environmental Medicine. Os pesquisadores acompanharam 4.680 gestantes entre 2002 e 2006 para saber se trabalhos que exigiam algum tipo de esforço físico afetariam o desenvolvimento do bebê e trariam problemas no parto.
Das mulheres pesquisadas, 45,5% delas exerciam uma função que exigia que caminhassem durante longos períodos, 38,5% passavam muito tempo em pé e 6% levantavam peso. Outras 4% trabalhavam durante a noite. O desenvolvimento do feto foi medido regularmente durante a gravidez e após o nascimento.
Mulheres que ficaram em pé por muito tempo tiveram bebês com a cabeça 1 cm menor do que a circunferência média após o parto. Segundo o obstetra Humberto Tindó, do Hospital Quinta D'Or (RJ), essa é uma descoberta recente, que pede outras pesquisas. “O estudo gerou uma hipótese nova, que precisa ser melhor investigada. Ainda não sabemos por que isso acontece e se o fenômeno é regra para qualquer grupo de mulheres”, diz.
Mexa-se!
Apesar de a pesquisa apontar uma nova evidência, a recomendação para não ficar em pé por muitas horas durante a gravidez não é nenhuma novidade. “Já sabemos que a pior postura para a grávida é ficar em pé. Pode causar problemas na coluna, pois sobrecarrega a região lombar, e facilitar o aparecimento de varizes na perna. Nessa posição, o ideal é que a mulher esteja caminhando”, afirma Tindó.
Para quem precisa ficar em pé, é recomendado o uso da meia elástica e até a drenagem linfática, para melhorar a circulação sanguínea. Em alguns casos, o médico pode receitar um medicamento que favoreça a circulação.
 Ficar sentada muito tempo também é ruim. “Não é recomendado que a grávida fique muito tempo parada em nenhuma posição. O ideal é alternar os movimentos. Levante um pouco, estique o corpo, faça um xixi e sente novamente”, aconselha Mirna. Em relação ao momento de interromper o trabalho, a obstetra afirma que, se a mulher estiver saudável e se sentindo bem, pode continuar trabalhando até o fim da gestação, desde que realize atividades mais tranquilas e respeite o seu novo ritmo. 
via crescer

4 de jul. de 2012

Rede Cegonha receberá mais recursos do governo federal

O governo federal anunciou liberação de recursos para atendimento da rede cegonha. O Programa Rede Cegonha foi lançado em 2011 e busca garantir atendimento seguro e humanizado da gravidez até os dois primeiros anos do bebê.

 “A mãe, ou a gestante, é a possibilidade de futuro. Garantir essa possibilidade de futuro é muito importante”, declarou Dilma.Ela disse também que a preocupação era não só investir no Rede Cegonha, como custear as operações do programa. “Não basta investir, tem que garantir o custeio (...) (...) esse programa chamado Rede Cegonha, ele tem de ter durabilidade. Nós temos de garantir isso sistemática e sustentavelmente. Não pode ter solução de continuidade para a gente garantir a qualidade da prestação de serviço para as gestantes e para o bebê”, afirmou.

No vídeo abaixo o Ministro da Saúde Alexandre Padilha fala sobre os novos hospitais de referência para grávidas com unidadse de cuidados intermediário neonatal. 

3 de jul. de 2012

Promoção "Eu Sigo Be Mammy no Twitter"

A Be Mammy faz parte de algumas Redes Sociais : Facebook, Twitter e Orkut, onde divulgamos todas as novidades e levamos uma série de informações e dicas úteis para as futuras mamães.
Por exemplo:
No Facebook e Twitter temos mais de 800 pessoas que curtem nossa página e nos acompanham!

E para prestigiá-los, estamos fazendo uma promoção no Twitter onde vamos sortear um Travesseiro Gestante.



Para participar é bem fácil, basta você seguir o nosso twitter @_BeMammy clicar no link do sorteio, depois em "Quero Ganhar" e automaticamente você já está concorrendo.

Fácil, não?

Vamos ultilizar a ferramenta Twitquero e o sorteio será realizado no dia 02/08/2012
Boa Sorte!
Beijos

2 de jul. de 2012

Peças com desconto!!

Na nossa loja virtual você encontra várias peças com descontos incríveis
Vale muito a pena, as peças são lindas e ainda dividimos tudo no cartão de crédito...
Veja aqui alguns looks com precinhos ótimos...

Bata Estampada Graphics marinho
Bata Camisa Xadrez M3/4 com babado
Blusa Bordada Raquel
Blusa Decote Bordado
Blusa devorê c/ silk
Camisa Xadrex Azul Young Mammy
Colete Curto em Paetê
Vestido Estampado
Vestido Gestante Malha Azul Marinho
Calça Jeans Skinny Grey
Travesseiro Gestante 3 formas de apoio Pistache






Aproveite! Porque a Promoção é até enquanto durar o estoque!!!
 Por isso corram logo até ao nosso site… www.bemammy.com.br