12 de jul. de 2012

9 fatos que você não sabe sobre seu bebê

Curiosidade de mãe não tem limite quando o assunto é o filho. 
Mas certas perguntas nunca são feitas aos especialistas. 
Nós fizemos e descobrimos várias coisas interessantes.


Fale com seu filho, diga quanto ele é amado e desejado. Peça para o seu marido fazer o mesmo.
Foto: Getty Images

Será que o bebê, lá na sua barriga, ouve alguma coisa quando você conversa com ele? Há risco de que perceba que mamãe e papai estão transando? Esses sedutores olhos azuis do recém-nascido vão ficar para sempre? Dúvidas como essas passam várias vezes pela cabeça das mães, mas na hora da consulta com o obstetra ou com o pediatra acabam esquecidas em função de preocupações do momento. A seguir, reunimos algumas dessas curiosidades (e outras que você nem sequer imaginou) para ajudá-la a conhecer melhor seu filhote... antes e depois do nascimento.

Na barriga, seu bebê:

Ouve quando você fala com ele
Sim - e como escuta! No terceiro mês de gestação, o aparelho auditivo dele já está apto a perceber sons (a essa altura da gravidez, o feto está totalmente formado e, a partir daí, só vai crescer e ganhar peso). Então, ele não apenas ouve sua voz como capta outros ruídos externos. Em experiências feitas com equipamentos de ultrassom de última geração (que mostram imagens em 3D e 4D), vários bebês foram submetidos a buzinas e outros barulhos, agradáveis ou irritantes, e mostraram reações como caretas e expressões de prazer, segundo a natureza do som. Em certas gestações de risco, quando existe perigo de parto prematuro, alguns obstetras "conversam" com a criança, pedindo que ela não nasça antes da hora. Acredite: essa é uma prática comum! Portanto, ao longo da gestação, fale com seu filho, diga quanto ele é amado e desejado, cante para ele.
Não sabe quando os pais fazem sexo
A criança ignora que vocês estão transando, embora perceba, sim, que algo está acontecendo por causa das alterações da frequência cardíaca e respiratória da mãe. Mas há outras situações em que esses ritmos corporais também mudam, como em momentos de ansiedade e nervosismo ou durante uma prática esportiva. Se compreendesse o que acontece, o bebê certamente ficaria feliz de saber que os pais estão desfrutando momentos de prazer, intimidade e união afetiva. Infelizmente, alguns casais (e principalmente os homens) sentem embaraço ao fazer sexo durante a gravidez por acreditar que o feto os vê em plena ação. Outro equívoco é achar que a penetração incomoda o bebê ou pode provocar o parto prematuro (essa possibilidade só existe em gestações de risco, e o médico irá alertar sobre ela). O sexo faz bem ao bebê. A excitação sexual estimula o fluxo sanguíneo para a região genital e uterina da mãe. E mais sangue chegando significa mais nutrientes para o feto, já que a corrente transporta oxigênio e hormônios que estimulam o crescimento.
Pode ter preferências musicais
É verdade que ele ainda não distingue pagode de ópera, rock de sertanejo, axé de tango. Mas estudos sugerem que alguns bebês apresentam uma espécie de gosto musical precoce, mostrando sinais de relaxamento (detectados por meio da redução dos batimentos cardíacos, por exemplo) quando ouvem certos tipos de música, especialmente a clássica. Acredita-se que essas composições tenham ritmo semelhante ao dos batimentos cardíacos da mãe. Algumas pesquisas indicam que, por causa dessa característica, as obras de Mozart são as preferidas dos fetos. O fato é que, se você relaxa ao escutar determinadas canções, seu bebê vai compartilhar do seu bem-estar, pois também recebe as substâncias liberadas pelo cérebro da mãe para provocar essa sensação de tranquilidade. E mais: alguns especialistas afirmam que recém-nascidos com cólicas sentem-se aliviados ao escutar e reconhecer músicas que ouviram durante a gestação.
Já tem personalidade
Ao que parece, alguns traços de temperamento se formam ainda durante a gestação. Fetos mais agitados, que chutam e se movimentam o tempo inteiro, tendem a se tornar crianças mais ativas ou irritadas, segundo as pesquisas. As experiências e vivências da mãe ao longo da gravidez também influenciam o comportamento futuro do bebê em função das alterações hormonais que desencadeiam. Por isso, os médicos apontam uma ligação entre stress na gestação e crianças mais espevitadas. O fato é que, já ao nascer, seu bebê será único e com um estilo próprio de expressar emoções.
É raro os olhos azuis do recém-nascido ficar para sempre
Foto: Getty Images

Nos primeiros meses, seu bebê:

Pode mudar a cor dos olhos
Essa cor é determinada pela quantidade de melanina presente na íris, a parte colorida dos olhos. Como a produção desse pigmento ainda não está completa nos recém-nascidos, eles podem exibir lindos olhos azuis nos primeiros meses de vida, caracterizados pela pouca quantidade de melanina. Mas a exposição à luminosidade fora do útero ativa a produção do pigmento, fazendo a íris escurecer até assumir a cor determinada pelos genes familiares. O mesmo processo explica o escurecimento dos cabelos loiros. Aviso: o inverso não acontece. Um bebê de olhos e cabelos castanhos nunca ficará loiro de olhos azuis.
Sabe que a mãe existe, mesmo sem vê-la
Até algum tempo atrás pensava-se que, para os bebês, se uma pessoa ou objeto sumisse de vista, eles não existiam mais. Hoje, experimentos provaram que crianças a partir de 3 meses entendem que o objeto (um brinquedo, por exemplo) continua a existir ainda que não esteja à sua frente. O mesmo se aplica às pessoas com as quais elas se relacionam. E, espertinho como é, o pequeno logo descobre que, chorando, atrai a presença da mãe quando ela se ausenta. Não significa que você precisa estar sempre disponível para atendê-lo, mas alguém em quem ele confie, sim. Então, quando estiver se preparando para voltar ao trabalho, amplie a convivência da criança com quem irá tomar conta dela, seja a babá, a avó ou alguém do berçário. E não se preocupe: seu filho não vai "esquecer" de você por causa de algumas horas de distanciamento.
Ignora o próprio nome
O interesse por vozes não deve ser confundido com a consciência de que se chama Tiago, Pedro ou Camila. Por volta do terceiro mês, o bebê se acalma ao escutar vozes familiares e começa a virar a cabeça e a se voltar na direção dos sons e das palavras que se tornaram familiares pela repetição. Mas, segundo a Escala Bayley de Desenvolvimento Infantil, usada pelos especialistas para avaliar os desempenhos mental, motor e comportamental, só por volta dos 11 meses ele sabe quando está sendo chamado pelo nome.
Não se reconhece no espelho ou em fotos
Somente entre 15 e 18 meses, a criança adquire uma rudimentar capacidade de autorreconhecimento. Experiências com fotos e espelhos mostram que, antes dessa idade, ela não identifica a própria imagem, estática ou em movimento. Um indício de que essa capacidade está aflorando é quando seu filho, colocado diante de um espelho, espontaneamente leva a mão ao nariz. Próximo do segundo ano, o bebê também começa a distinguir a foto dele do retrato de outras crianças.
É influenciado pelo olhar dos pais
Não significa que ele seja capaz de interpretar a expressão de orgulho ou de reprovação com que você o fita. Mas, desde o nascimento, o bebê capta no olhar dos adultos pistas para entender o ambiente. Assim, identifica perigos, situações agradáveis e coisas que devem ser evitadas, por exemplo. A partir de 1 ano, ele também segue o olhar dos pais para dirigir sua atenção para os mesmos focos de interesse deles.
Conteúdo do site CLAUDIA

11 de jul. de 2012

‎"Gravidez depois dos 40"



Apesar das mães terem uma sensação de que estão indo na contramão. As mulheres que ficam grávidas aos 40 anos de idade ou após fazem parte de uma tendência cada vez mais atual.

De uns anos para cá aconteceu à revolução sexual, o descobrimento da pílula anticoncepcional e a conquista da mulher no mercado de trabalho, esses e vários outros fatores vêm fazendo com que muitas mulheres adiem ainda mais a maternidade dos 35 anos e até os 40 anos.

Para algumas a maternidade após os 40 anos é uma surpresa, para outras é uma escolha consciente, afinal muitas mulheres estão optando por dar prioridade à carreira profissional, outras acham que ainda não estão preparadas para serem mães e outras ainda passam anos em busca de um companheiro ideal.
O fato é que a mulher do século XXI assume muitos papéis na sociedade e isso faz com que o papel de mãe fique para segundo plano.

A gravidez após os 40 anos de idade é chamada de gravidez tardia. A idade não é um fator determinante para avaliar se a gestação é segura ou não, afinal o que realmente importa são as intercorrências durante os noves meses que são mais frequentes em mulheres com mais idade.

Mas, é importante ressaltar que a gestação tardia pode trazer sérias consequências tanto para a gestante como também para o bebê, pois o corpo de uma mulher com 20 anos suporta muito mais o estresse resultante da gravidez do que uma de 40 anos, mas os riscos que causam medos nas mães tardias são os problemas cromossômicos que aumentam em progressão aritmética, pois após os 40 anos, o risco de que a mulher gere uma criança com síndrome de down é alto.

Com o passar dos anos outro problema é a fertilidade feminina, que fica comprometida tornando cada vez mais difícil a concepção. É importante ressaltar também que a mulher que engravida após os 40 anos tem que ter a consciência de que seu corpo sofrerá um desgaste ainda maior do que uma mulher entre os 20 ou 30 anos, é como se a gravidez gerasse um desgaste de 3 anos na mulher e ainda, vale ressaltar que aos 40 anos a mulher tem menos pique e menos condições físicas para passar por esta fase da vida.

Se você realmente quer engravidar é importante ressaltar que "em qualquer idade o mais importante é que a mulher cuide da sua saúde durante toda a gestação", por isso, não fume, não beba, controle o peso, tenha uma alimentação saudável e pratique exercícios.

Os principais aspectos positivos da gestação tardia são em relação que "a mãe se sente mais preparada, mais madura para educar o bebê e uma maior estabilidade financeira, podendo curtir mais a gravidez".

O importante é a mulher curtir sua gravidez em qualquer idade.

10 de jul. de 2012

Truques para afinar o rosto durante a Gravidez

Confira as dicas do maquiador Erick Santos para diminuir o volume do rosto durante a gravidez.


Não tem jeito, o seu rosto vai inchar, ainda que um pouquinho, no terceiro trimestre. Algumas pinceladas podem fazer maravilhas. Confira as dicas do maquiador Erick Santos:
Pré-maquiagem: primeiro passe um produto para preparar a pele para receber a maquiagem. Eles tiram o brilho e reduz o tamanho dos poros.
Maçã do rosto e queixo: a regra é clássica. Para esconder, basta escurecer. Faça um biquinho com os lábios. A parte que saltar da maçã do rosto deve ser pincelada com um dos dois produtos nessa tonalidade. Passe também bem rente ao queixo. Depois, na parte de cima da maçã do rosto, retoque com um blush rosa-claro para dar um brilho.
Boca: deixe o gloss de férias em casa e aposte nos batons tons de boca ou os que são um pouco mais escuros. Eles vão fazer sucesso no inverno.
Cílios: agora que sua maquiagem está perfeita, e o volume do seu rosto parece menor, use um rímel para dar volume e alongar - e deixar seu olhar mais expressivo.
Crescer

9 de jul. de 2012

Moda Gestante Jovem e Elegante!

Toda futura mamãe precisa se acostumar com as mudanças do corpo durante a gestação e aprender a vestir-se de forma adequada de acordo com sua mudança de peso. Esse momento é um dos mais felizes na vida de muitas mulheres, porém muitas acreditam que roupas de maternidade são todas iguais e passam longe da moda atual.



Se você é uma dessas mulheres que não consegue encontrar a moda gestante perfeita, aqui vai um conselho para mamães: A Be Mammy oferece uma infinidade de roupas de moda gestante, para mamães jovens e antenadas, que favorecem o corpo da gestante, independente do mês de gestação, e/ou das mudanças corporais.



Afinal, toda mulher gosta de estar linda em todos os momentos, e é exatamente isso que a marca com a linha de moda gestante oferece, com seus modelos de vestidos elegantes, porém confortáveis, em cores clássicas, blusas de manga longa ou curta, em estilo bata chique, além de regatas, vestidos soltos, casacos e jeans, para você estar elegante em todos os meses de sua gestação, assim como em todos os momentos da sua vida. Para encontrar os produtos, acesse o site da Be Mammy e encontre a roupa perfeita para você.




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7 de jul. de 2012

Teste de sangue pode provar paternidade no começo da gravidez

Trata-se de uma pergunta desconfortável que, no mundo de hoje, costuma ser feita por futuras mamães que tinham mais de um parceiro quando engravidaram.  
Quem é o pai?


Agora, existem testes de sangue que podem determinar a paternidade na oitava ou nona semana de gravidez, sem procedimentos invasivos que poderiam provocar o aborto.
Além de reduzir a ansiedade, os testes podem permitir que as mulheres ponham um fim à gravidez caso o homem preferido não seja o pai; ou seguir em frente se ele for.
Sabedores de que são pais, os homens podem estar mais propensos a dar ajuda financeira e emocional durante a gravidez, o que, segundo estudos, pode levar a bebês mais saudáveis.

De acordo com advogados, se os testes ganharem aceitação jurídica, mulheres e governos estaduais podem vir a cobrar o pagamento de pensão alimentícia sem ter de esperar até o nascimento. Segundo a lei atual, "até e somente se a gravidez resultar num filho, qualquer custo ligado a ela é visto como um problema pessoal da mulher", explicou Shari Motro, professora de direito da Universidade de Richmond.
O exame em si, no entanto, pode se revelar embaraçoso porque pelo menos um dos possíveis pais deve dar uma amostra de sangue.
Courtney Herndon, depois de terminar com o namorado, teve um relacionamento breve com um homem visto por ela como amigo. Ela se viu grávida aos 19 anos, sem saber qual dos dois era o pai.
O amigo também queria saber, assim aceitou fazer o teste e descobriu ser o pai. Os dois fecharam um acordo de pensão alimentícia antes de o bebê nascer.
"Consegui fazer o teste e seguir com a minha vida", disse Herndon, que mora em Fort Polk, Louisiana.


Estimativas quanto à extensão da incerteza paterna variam.
Pesquisas encontraram uma taxa de discrepância – quando o pai presumido não é o genitor biológico – de 0,8 por cento a 30 por cento, com uma média de 3,7 por cento, de acordo com uma análise de tais estudos. Segundo outro levantamento, cerca de nove por cento das certidões de nascimento na Flórida, excluindo casos de mães adolescentes, não trazem o nome completo do pai, embora não esteja claro quanto disso se deva à incerteza. A mortalidade infantil era mais elevada quando o nome dos pais não era mencionado pela certidão de nascimento.
Já é possível determinar a paternidade durante a gravidez usando a amniocentese e a amostragem do vilo coriônico, o mesmo procedimento utilizado para examinar se um feto tem síndrome de Down. Contudo, esses exames são invasivos e oferecem um pequeno risco de provocar aborto, assim, raramente são empregados em testes de paternidade.
Em contraste, os novos testes exigem apenas amostras de sangue da mulher grávida e do pai em potencial. Geralmente, médicos não precisam ser envolvidos.

Esse fato poderia aumentar enormemente a quantidade de exames, disse Sara Katsanis, do Instituto para Políticas e Ciências Genômicas da Universidade Duke, em Durham, Carolina do Norte. Ela está planejando um estudo com uma das empresas que oferecem o teste para ver se o exame de paternidade pré-natal pode reduzir o estresse da mulher grávida.
Testes de paternidade não invasivos são oferecidos na internet há quase uma década, com reclamações quanto à precisão ou até mesmo de resultados fraudulentos.
Porém, segundo especialistas, a tecnologia avançou a tal ponto que os testes agora podem ser feitos de forma confiável. Um estudo breve descrevendo um deles, desenvolvido pela empresa Ravgen, foi publicado recentemente pelo célebre New England Journal of Medicine.
"Não tenho dúvida de que esses exames funcionarão clinicamente", disse o Dr. Mark I. Evans, professor da Escola de Medicina Mount Sinai e diretor da Comprehensive Genetics, laboratório nova-iorquino especializado em testes pré-natais.

Os testes analisam fragmentos de DNA do feto que estão presentes no sangue da mãe em quantidades minúsculas. A mesma abordagem agora está sendo utilizada para determinar de forma não invasiva o sexo do feto ou se ele tem síndrome de Down. Em junho, pesquisadores mostraram ser capazes de determinar o genoma inteiro do feto dessa maneira.
A Ravgen, pequena empresa de Columbia, Maryland, oferece o teste de forma limitada e cobra de US$ 950 a US$ 1.650, dependendo das circunstâncias, disse o Dr. Ravinder Dhallan, CEO da companhia.
Outro teste foi desenvolvido por uma empresa do Vale do Silício, Califórnia, chamada Natera e é comercializado pelo DNA Diagnostics Center, um dos principais fornecedores de testes de paternidade convencionais. Segundo executivos, milhares de testes pré-natais foram encomendados desde seu lançamento, em agosto do ano passado. O preço é de US$ 1.775, comparados a cerca de US$ 500 pelo teste convencional após o nascimento.

Nenhum dos testes recebeu a certificação de precisão exigida em casos de custódia infantil, embora a Natera tenha se candidatado a obtê-la. A AABB, organização certificadora, está avaliando seriamente se deveria certificar exames pré-natais, declarou Eduardo Nunes, diretor sênior de política, padrões e desenvolvimento global da organização, antes conhecida como American Association of Blood Banks.
Todavia, especialistas aconselham cautela. A Natera ainda não publicou nenhum dado em periódicos revisados por especialistas. O estudo da Ravgen no New England Journal of Medicine discutia apenas 30 amostras. (O teste apontou corretamente o pai em relação a um homem escolhido ao acaso em todos os 30 casos.)
Os testes poderiam gerar polêmica se levassem a mais abortos. Entretanto, Matthew Rabinowitz, CEO da Natera, disse que se uma mulher tivesse a intenção de pôr fim a uma gravidez com base na paternidade, ela poderia fazer um exame invasivo. Já o Dr. Dhallan afirmou que o exame, no caso de uma mulher que se visse grávida após um estupro, poderia convencê-la a ter o bebê se o pai não fosse o estuprador.
O teste da Ravgen foi utilizado num caso de homicídio. Em 2008, Michael Roseboro, diretor de uma funerária do condado de Lancaster, Pensilvânia, foi acusado de matar a esposa, Jan, cujo corpo foi encontrado na piscina da família.

Para estabelecer o motivo do assassinato, os promotores queriam provar que Roseboro tinha um caso com outra mulher, a qual estava grávida, e não queriam esperar até o bebê nascer.
"Ficamos preocupados que ela pudesse fazer um aborto ou que algo acontecesse e nunca poderíamos determinar quem era o pai", afirmou Craig Stedman, promotor público do condado de Lancaster.
No entanto, o teste pré-natal não foi apresentado no julgamento porque Roseboro terminou admitindo ser o pai. Roseboro, que ainda afirma ser inocente, foi condenado à prisão perpétua.
Testes precoces poderiam representar mais apoio do pai à mulher grávida.
Uma mulher da região de Seattle disse que quando estava grávida, com dois possíveis pais, "nenhum dos dois queria se envolver para depois vir a saber que o filho era de outro".

Quando o teste pré-natal mostrou que o pai era o ex-namorado, ele compareceu ao parto e deu apoio à criança. Sob a condição de não ter o nome revelado, a mulher afirmou não sentir "orgulho por desconhecer quem era o pai do meu filho".
Em alguns casos, o DNA não é o destino. O teste de Herndon mostrou que o bebê não era do ex-namorado. Todavia, o casal terminou se reconciliando e casando, e o marido aceitou o bebê, agora com 16 meses.
"Nós vemos nossa filha como sendo nossa, minha e do meu marido", afirmou Herndon.
O pai biológico manda presentes e paga pensão alimentícia.
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